Papa recorda guerra na Ucrânia e renova apelo: "que as armas se calem"
- 19/04/2026
Durante a oração do Regina Caeli em Luanda, Leão XIV lamentou escalada do conflito na Ucrânia e expressou alívio por trégua no Líbano
Da Redação, com Vatican News

Papa Leão XIV recordou conflito na Ucrânia durante a oração do Regina Caeli / Foto: REUTERS/Guglielmo Mangiapane
Após celebrar a Missa neste domingo, 19, o Papa Leão XIV rezou o Regina Caeli junto aos fiéis reunidos na Esplanada de Kimbala, em Luanda. Mais de 100 mil pessoas participaram da celebração eucarística e acompanharam o Pontífice durante o momento de oração.
Falando em português, o Santo Padre sublinhou que a alegria pascal não ignora o sofrimento humano, mas o assume e o transforma à luz da fé. Neste contexto, voltou seu olhar aos atuais cenários de guerra no mundo e recordou o conflito vivido na Ucrânia.
“Lamento profundamente a recente intensificação dos ataques contra a Ucrânia, que continuam a atingir também a população civil. Manifesto a minha proximidade a quantos sofrem e asseguro as minhas orações por todo o povo ucraniano. Reitero o apelo para que as armas se calem e se siga o caminho do diálogo”, expressou Leão XIV.
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Sinal de esperança
O Papa também fez menção aos conflitos no Oriente Médio e encorajou as tratativas de paz por meio do diálogo. “A trégua anunciada no Líbano é motivo de esperança, representando um sinal de alívio para o povo libanês e para o Levante”, afirmou. “Encorajo aqueles que se têm empenhado na busca de uma solução diplomática a prosseguir os diálogos de paz, para que o fim das hostilidades em todo o Médio Oriente se torne permanente”, acrescentou o Pontífice.
Por fim, o Santo Padre retomou o anúncio pascal, recordando aos presentes que a vitória de Cristo sobre a morte é o fundamento da ação cristã no mundo. “Cristo venceu a morte, e é com esta certeza que todos nós, unidos a Ele e n’Ele, como um só corpo, nos esforçamos hoje e a cada dia por fazer crescer à nossa volta os frutos da Páscoa, que são o amor, a verdadeira justiça e a paz, para além de todos os obstáculos e dificuldades”, afirmou.
“Que a Mãe de Jesus, Mãe do Coração, nos ajude a sentir sempre viva e forte, perto de nós, a presença do seu Filho ressuscitado”, concluiu Leão XIV, concedendo em seguida sua bênção apostólica no encerramento da Santa Missa.
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